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quinta-feira, 28 de julho de 2011

Projeto Piraquara nas Ondas do Rádio - Oficinas Ecocultura




Projeto: - Oficinas culturais e gravação de contação de histórias, desenvolvidas para jovens e terceira idade em parceria com o Projeto Piraquara nas Ondas do Rádio.  
Local: Escola Estadual  Dr.Rui Rodrigues Dória, voltado para alunos e comunidade. Primeira fase: estudantes dos Ensinos Fundamental e Médio. Segunda fase: terceira idade da comunidade. Bairro Santana - São José dos Campos - SP.
Data:  os encontros realizaram-se, aos sábados, de agosto de 2010 a janeiro de 2011.

O projeto teve como objetivo  irradiar campanhas educativas e debates, como a preservação dos rios Paraíba, Buquira, Jaguari e seus afluentes; valorizar as tradições e talentos locais e ampliar os conhecimentos sobre as tradições do Vale do Paraíba.  A Associação de Moradores do Jardim Cristina inaugurou sua rádio comunitária dia 26 de julho de 2010 e iniciou o desenvolvimento do projeto PIRAQUARA NAS ONDAS DO RÁDIO que visa resgatar e irradiar a cultura regional.

O Instituto Ecocultura de Educação Patrimonial realizou as oficinas, partindo de elementos conceituais da Cultura Popular e possibilitando a participação efetiva dos participantes através de seus depoimentos, das histórias resgatadas em família e da gravação de uma narrativa que foi apresentada na Rádio Comunitária.


Grupo de Jongo Mistura da Raça.

Jongo de São José dos Campos
é premiado pelo Ministério Cultu
ra

O Grupo de Jongo Mistura da Raça, de São José dos Campos, foi uma das iniciativas contempladas pelo Prêmio Culturas Populares 2009 - Mestra Dona Isabel, que nesta edição homenageia a artesã ceramista do Vale do Jequitinhonha, Dona Isabel Mendes da Cunha. O concurso, promovido pelo Ministério da Cultura, por meio da Secretaria da Identidade e Diversidade Cultural, contemplou 195 representantes das culturas populares brasileiras, entre mestres e representantes de grupos/comunidades informais e formais, com investimentos de cerca de R$ 2 milhões. O resultado final foi publicado no Diário Oficial da União, na última quarta-feira, dia 03. No total foram 2.308 iniciativas concorrentes, reunindo representantes de todas as regiões do país.
Concorrendo com mais de 800 iniciativas, habilitadas na categoria grupos informais, o Grupo de Jongo Mistura da Raça ficou entre os 135 contemplados. Para se inscrever e concorrer ao prêmio, o Grupo contou com a assessoria doInstituto Ecocultura de Educação Patrimonial, ONG que desenvolve projetos voltados para a salvaguarda do patrimônio cultural no Vale do Paraíba. Os contemplados, além de serem reconhecidos em âmbito nacional, receberão o prêmio em dinheiro no valor de 10 mil reais para investirem na manutenção da iniciativa cultural.

Mistura da Raça – Reunindo, hoje, cerca de trinta integrantes - desde crianças até a Melhor Idade - o Grupo de Jongo surgiu da necessidade do Mestre Laudeni e de sua família em vivenciar a prática do Jongo, tradição que herdou de seu pai, Mestre Dorvalino de Souza. Para manter sua tradição familiar, Laudeni resolveu reunir em sua casa pessoas que tinham afinidades com essa expressão popular. Os encontros tornaram-se frequentes e, em 2003, a iniciativa cresceu para além do contexto familiar, envolvendo a comunidade local nas vivências e nas práticas dos saberes e fazeres jongueiros. Promovendo a revitalização desta expressão de cultura tradicional popular, o Grupo mostra que em São José dos Campos há manifestações culturais diversificadas - ao mesmo tempo vinculadas à tradição e em contato com a modernidade.

Para saber mais:

Mestre Laudeni –             (12) 3902-8049       /             (12) 9102-1092      
laudenidojongo@yahoo.com.br
www.cultura.gov.br
www.ecocultura.org.br

43ª Semana Cassiano Ricardo - 2009



Eventos:  "Vamos prosear!" e "Vozes impressas", com Sônia Gabriel e Pércila Márcia, do Instituto Ecocultura.
Locais: Espaço Cultural Johann Gutlich e Parque  Santos Dumont, São José dos Campos - SP.
Datas: 29 e 30/10/2009.

Os encontros reuniram poetas, contadores de histórias e alunos da rede pública. Foram objetivos possibilitar o acesso dos participantes às obras de autores regionais e que valorizam as Tradições Culturais Populares; possibilitar que os participantes contassem suas histórias e as tivessem registradas.

Do que se conta lá em casa - SESC


Evento: Do que se conta lá em casa - Seminário de Turismo.
Local: SESC - São José dos Campos - SP.
Data: 26/11/2009.

O Instituto Ecocultura de Educação Patrimonial realizou, junto ao SESC e à Professora Dra. Ana Enedi Princi, a oficina 'Do que se conta lá em casa' com o objetivo de valorizar nos representantes da terceira idade a importância da memória e do patrimônio. Foram realizadas pinturas Naïf  e registro de depoimentos dos participantes, levando em consideração a memória individual com a coletiva.

Programa Sabor de Vida - TV Aparecida


A primeira apresentação pública do Instituto Ecocultura de Educação Patrimonial foi no mês de agosto de 2009. Fomos convidados a falar da Tradição Oral no Vale do Paraíba no programa Sabor de Vida.
O programa passa em todo o Brasil, de  segunda à sexta, das 15h05 às 16h50 com
2ª exibição de madrugada das 03h30 às 05h15, através do canal TV Aparecida, sede na cidade de Aparecida - SP.

II Semana de Educação e Arte (SEMFEA) - UNIVAP




Evento: Colóquio  “Educação, ética e compromisso social: o patrimônio como linguagem de interação”.
Local: Universidade do Vale do Paraíba-  Jardim  Aquarius - São José dos Campos.
Data:16/09/ 2009.

O Instituto Ecocultura de Educação Patrimonial foi convidado a participar do colóquio, e, contribuir para o debate em prol das questões educacionais e culturais regionais, estudadas pelos universitários. Na ocasião, aconteceu a apresentação de Jongo do Grupo Mistura da Raça.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Lançamento de "Mistérios do Vale" - 2a. Edição

Clique na Imagem para Ampliá-la!


O Instituto Ecocultura  de Educação Patrimonial apóia a publicação da segunda edição ampliada do livro 'Mistérios do Vale: histórias que o povo conta no Vale do Paraíba, Serra da Mantiqueira e Litoral Norte Paulista', seu lançamento e a distribuição nas 40 cidades contempladas na obra.


O lançamento foi organizado pelo Instituto Ecocultura e aconteceu no dia 17 de abril de 2011. Um evento voltado para a valorização das Manifestações Culturais Populares.



O Instituto também auxilia na distribuição da obra e nas palestras realizadas em Centros Culturais, Escolas Privadas e Públicas e Universidades.



Para mais imagens e informações sobre o Projeto Mistérios do Vale, visite:
http://misteriosdovale.blogspot.com

quarta-feira, 16 de março de 2011

Sarau Homenageia Escritoras Valeparaibanas






            No mês em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, o Instituto Ecocultura realizou o Sarau Elas por Eles – Palavra de Mulher, em homenagem a escritoras de várias cidades valeparaibanas, com o objetivo de valorizar o patrimônio humano da região e evidenciar a contribuição dessas figuras femininas à cultura local e nacional. Para apresentar a obra e a história de vida de cada homenageada foram convidados eles, homens que também atuam no cenário cultural do Vale do Paraíba e que, de alguma forma, estavam ligados à produção e à trajetória de vida dessas mulheres.

Theresa Maia, de Guaratinguetá, foi desenhada em bico de pena por Braga Barros; Paulo Barja se declarou para Ruth Guimarães, de Cachoeira Paulista; Dyrce Araújo, de São José dos Campos, ouviu seus poemas na voz de Wallace Puosso; Silvio Ferreira Leite apresentou a obra de Ruth Capistrano e, D. Lili Figureira, mestre da oralidade valeparaibana, se emocionou por ter sua história contada por Roberval Rodolfo.
O Sarau aconteceu no dia 10 de março de 2011 e foi realizado em parceria com o projeto Poesia no Prato e contou, ainda, com o apoio da Aliança Francesa e do Espaço Cultural Vicentina Aranha.
A noite foi de pura emoção. Veja mais informações sobre Elas e Eles e confira as imagens do evento.  


Braga Barros e Theresa Maia

Paulo Barja


Silvio Ferreira Leite e Zenilda Lua

Wallace Puosso

 Zenilda Lua

Roberval Rodolfo


Nossas Homenageadas: D. Lili Figureira, Dyrce Araújo e Thereza Maia.


Elas...

Ruth Guimarães - Nasceu em Cachoeira Paulista - SP, 13 de junho de 1920.  É cronista, romancista, contista, folclorista e tradutora brasileira de inúmeras obras. Foi a primeira escritora brasileira negra que conseguiu projetar-se nacionalmente desde o lançamento do seu primeiro livro, o romance Água Funda, em 1946. Escreveu crônicas para grandes jornais como Folha de S. Paulo e O Estado de S. Paulo, e revistas, como a Revista Manchete. Tem uma coluna semanal de crônicas no jornal O Vale em São José dos Campos. É membro da Academia Paulista de Letras.

Dyrce Araújo - Nasceu no dia 03 de junho, na cidade de Rio Branco – Acre. Formada em Letras, educadora e escritora. Trabalhou por 15 anos na Fundação Cultural Cassiano Ricardo, dirigiu a Biblioteca Pública Cassiano Ricardo, foi diretora de Cultura da Fundação Cultural de Jacareí e personalidade cultural em 2002 pela Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos. Sua obra integra diversas antologias poéticas publicadas em várias partes do país. Consta como verbete do Dicionário Crítico de Escritoras Brasileiras e é autora de três livros de poesia, dentre eles, Quando a casa dorme.

Thereza Maia - Natural de Guaratinguetá - SP, nascida aos 11 de abril de 1935. Casada com Tom Maia, co-autor em muitos de seus mais de quarenta livros publicados. Formada em Pedagogia e História. Atuante, a escritora e pesquisadora é fundadora e diretora do Museu Frei Galvão e Arquivo Memória de Guaratinguetá. Diretora do Departamento de Cultura da Prefeitura Municipal de Guaratinguetá. Primeira Presidente do Instituto Histórico e Artístico de Paraty e fundadora e membro da Diretoria do Instituto de Estudos Valeparaibanos. Autora de livros sobre o Vale do Paraíba, Parati, Santos, Recife e Olinda, Sergipe, Itu, Portugal, entre outros.

Ruth Gama Capistrano - Nasceu em Lorena – SP, no dia 23 de dezembro de 1938. Autora de três livros, entre eles Meu canto de amor, de 1981. Em 1999, descobriu que tinha câncer de mama, grande expectativa passa a fazer parte de seus dias, como de tantas mulheres que igualmente padecem deste mal, e transparecem em sua obra. Faleceu em 28 de junho de 2005. Quando faleceu deixou um livro inédito onde abordou toda a sua vivência com a doença. Segundo Nélson Pesciotta, Ruth foi sua aluna e depois colega, escritora talentosa, de alma sensível e forte. Uma pérola dentre o tesouro de talentos femininos neste Vale do Paraíba.



Maria Benedita dos Santos – Dª. Lili Figureira, assim conhecida, nasceu em 20 de setembro de 1918, na Fazenda do Quilombo, no município de Taubaté – SP. Estudou e trabalhou na roça, viu chegar e passar a Revolução e a Grande Guerra, enquanto mudava-se para várias fazendas do Vale do Paraíba. Ensinou seus filhos a moldar o barro e a contar histórias a partir das figuras que ela cria. Mestra na arte das histórias contadas oralmente de geração a geração.


...Por Eles
Silvio Ferreira Leite – Jornalista e Escritor
Wallace Puosso – Ator e Escritor
Paulo Barja – Educador e Escritor
Roberval Rodolfo - Palhaço, Ator, Arte-Educador
Braga Barros – Escritor e Educador

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Figureiros de São José convidam artista plástica a integrar
o projeto Santo de Casa – Tecnologias Populares


A partir de fevereiro, a artista plástica Luciana Melo expõe sua produção em argila no Ponto de Difusão – Figureiros de São José, somando às várias técnicas ali expostas, sua particularidade de unir o popular e o erudito. 
Com formação acadêmica em Belas Artes e uma vasta experiência em desenvolvimento de pesquisas e projetos na área cultural, Luciana teve seu primeiro contato com a argila ainda na infância, na cidade mineira de Belo Horizonte. A presença do barroco e do colonial em sua produção justifica-se por sua vivência nas paisagens mineiras de Ouro Preto, Tiradentes e São João Del Rei. Em São José dos Campos, desde 1984, atua como arte-educadora no Espaço Cultural Vicentina Aranha.



Luciana Melo – Natural de Belo Horizonte (MG), mora em São José dos Campos (SP) desde 1984. Ainda criança, entre seis e sete anos, acompanhava uma pessoa que trabalhava em sua casa na tarefa de buscar água em uma entre as várias minas que existiam no bairro em que morava. Nas bordas dessas minas encontrava-se argila, fonte de várias brincadeiras. A que mais gostava era de criar formas: vasos, panelas, casinhas, bichos, presépios entre outras. Mais tarde, frequentando o curso de Belas Artes da Fundação Escola Guignard, em Belo Horizonte, aperfeiçoou-se em modelagem e escultura em argila. Trabalhou na Universidade Federal de Viçosa (MG) na divisão de Assessoria de Assuntos Culturais, exercendo as atividades de Coordenadora e Professora de História da Arte, Desenho, Pintura, Modelagem e Escultura em Argila, Cerâmica e Gravura. Na mesma universidade desenvolveu várias pesquisas e projetos abordando o universo da Cultura Popular, como o artesanato tradicional e outras expressões do Folclore brasileiro. Em sua produção observa-se a influência do barroco e do colonial mineiro, resultado de sua vivência nas cidades de Ouro Preto, São João Del Rei e Tiradentes, de onde vem a inspiração para a produção de suas peças sacras. 

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Figureiros de São José inauguram Ponto de Difusão


A arte de fazer figuras de barro, tão presente no Vale do Paraíba, ganhou um espaço exclusivo e permanente de difusão em São José dos Campos, inaugurado oficialmente dia 22 de janeiro. O Ponto de Difusão Figureiros de São José ocupa uma sala no Espaço Cultural Vicentina Aranha e fica aberto a visitação de 2ª a 6ª-feira, a partir das 9h. Após as 16h e nos finais de semana somente com agendamento ((12) 3913-2900 ou (12) 9191-6854).
A iniciativa faz parte do projeto Santo de Casa – Tecnologias Populares, realizado pelo Instituto Ecocultura de Educação Patrimonial com o apoio da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo (ProAC13). Surgiu da necessidade de se estimular o escoamento da produção artesanal de cunho tradicional e, consequentemente, incentivar a continuidade e a reprodução do saber fazer.
O projeto conta, nessa primeira fase, com a produção de D. Lili e sua família; Luiz Paulo Ragazini; Maria José Oliveira Rodrigues; Tina Lemos e Aurora do Carmo e Silva, e prevê, ainda, atividades como oficinas, visitas monitoradas e encontros.

Evento de Inauguração


Exposição “Histórias que o povo conta” – Assombrações (D. Lili) / Devoção Popular (Luiz Paulo Ragazini) / Santos Homens (Aurora) / Criação de Bichos (Maria José) / Vida de Caboclo (Tina Lemos).




 
Contação de Causos com Rosa Grossi


Música - O som do encontro


Gilson Bambuira e Ellê Carvalho



 Celso Pan /  Laércio e seus companheiros/ Paulo Barja e Jacqueline Baumgratz




Mais fotos do encontro, clique em: