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quinta-feira, 28 de julho de 2011

II Semana de Educação e Arte (SEMFEA) - UNIVAP




Evento: Colóquio  “Educação, ética e compromisso social: o patrimônio como linguagem de interação”.
Local: Universidade do Vale do Paraíba-  Jardim  Aquarius - São José dos Campos.
Data:16/09/ 2009.

O Instituto Ecocultura de Educação Patrimonial foi convidado a participar do colóquio, e, contribuir para o debate em prol das questões educacionais e culturais regionais, estudadas pelos universitários. Na ocasião, aconteceu a apresentação de Jongo do Grupo Mistura da Raça.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Lançamento de "Mistérios do Vale" - 2a. Edição

Clique na Imagem para Ampliá-la!


O Instituto Ecocultura  de Educação Patrimonial apóia a publicação da segunda edição ampliada do livro 'Mistérios do Vale: histórias que o povo conta no Vale do Paraíba, Serra da Mantiqueira e Litoral Norte Paulista', seu lançamento e a distribuição nas 40 cidades contempladas na obra.


O lançamento foi organizado pelo Instituto Ecocultura e aconteceu no dia 17 de abril de 2011. Um evento voltado para a valorização das Manifestações Culturais Populares.



O Instituto também auxilia na distribuição da obra e nas palestras realizadas em Centros Culturais, Escolas Privadas e Públicas e Universidades.



Para mais imagens e informações sobre o Projeto Mistérios do Vale, visite:
http://misteriosdovale.blogspot.com

quarta-feira, 16 de março de 2011

Sarau Homenageia Escritoras Valeparaibanas






            No mês em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, o Instituto Ecocultura realizou o Sarau Elas por Eles – Palavra de Mulher, em homenagem a escritoras de várias cidades valeparaibanas, com o objetivo de valorizar o patrimônio humano da região e evidenciar a contribuição dessas figuras femininas à cultura local e nacional. Para apresentar a obra e a história de vida de cada homenageada foram convidados eles, homens que também atuam no cenário cultural do Vale do Paraíba e que, de alguma forma, estavam ligados à produção e à trajetória de vida dessas mulheres.

Theresa Maia, de Guaratinguetá, foi desenhada em bico de pena por Braga Barros; Paulo Barja se declarou para Ruth Guimarães, de Cachoeira Paulista; Dyrce Araújo, de São José dos Campos, ouviu seus poemas na voz de Wallace Puosso; Silvio Ferreira Leite apresentou a obra de Ruth Capistrano e, D. Lili Figureira, mestre da oralidade valeparaibana, se emocionou por ter sua história contada por Roberval Rodolfo.
O Sarau aconteceu no dia 10 de março de 2011 e foi realizado em parceria com o projeto Poesia no Prato e contou, ainda, com o apoio da Aliança Francesa e do Espaço Cultural Vicentina Aranha.
A noite foi de pura emoção. Veja mais informações sobre Elas e Eles e confira as imagens do evento.  


Braga Barros e Theresa Maia

Paulo Barja


Silvio Ferreira Leite e Zenilda Lua

Wallace Puosso

 Zenilda Lua

Roberval Rodolfo


Nossas Homenageadas: D. Lili Figureira, Dyrce Araújo e Thereza Maia.


Elas...

Ruth Guimarães - Nasceu em Cachoeira Paulista - SP, 13 de junho de 1920.  É cronista, romancista, contista, folclorista e tradutora brasileira de inúmeras obras. Foi a primeira escritora brasileira negra que conseguiu projetar-se nacionalmente desde o lançamento do seu primeiro livro, o romance Água Funda, em 1946. Escreveu crônicas para grandes jornais como Folha de S. Paulo e O Estado de S. Paulo, e revistas, como a Revista Manchete. Tem uma coluna semanal de crônicas no jornal O Vale em São José dos Campos. É membro da Academia Paulista de Letras.

Dyrce Araújo - Nasceu no dia 03 de junho, na cidade de Rio Branco – Acre. Formada em Letras, educadora e escritora. Trabalhou por 15 anos na Fundação Cultural Cassiano Ricardo, dirigiu a Biblioteca Pública Cassiano Ricardo, foi diretora de Cultura da Fundação Cultural de Jacareí e personalidade cultural em 2002 pela Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos. Sua obra integra diversas antologias poéticas publicadas em várias partes do país. Consta como verbete do Dicionário Crítico de Escritoras Brasileiras e é autora de três livros de poesia, dentre eles, Quando a casa dorme.

Thereza Maia - Natural de Guaratinguetá - SP, nascida aos 11 de abril de 1935. Casada com Tom Maia, co-autor em muitos de seus mais de quarenta livros publicados. Formada em Pedagogia e História. Atuante, a escritora e pesquisadora é fundadora e diretora do Museu Frei Galvão e Arquivo Memória de Guaratinguetá. Diretora do Departamento de Cultura da Prefeitura Municipal de Guaratinguetá. Primeira Presidente do Instituto Histórico e Artístico de Paraty e fundadora e membro da Diretoria do Instituto de Estudos Valeparaibanos. Autora de livros sobre o Vale do Paraíba, Parati, Santos, Recife e Olinda, Sergipe, Itu, Portugal, entre outros.

Ruth Gama Capistrano - Nasceu em Lorena – SP, no dia 23 de dezembro de 1938. Autora de três livros, entre eles Meu canto de amor, de 1981. Em 1999, descobriu que tinha câncer de mama, grande expectativa passa a fazer parte de seus dias, como de tantas mulheres que igualmente padecem deste mal, e transparecem em sua obra. Faleceu em 28 de junho de 2005. Quando faleceu deixou um livro inédito onde abordou toda a sua vivência com a doença. Segundo Nélson Pesciotta, Ruth foi sua aluna e depois colega, escritora talentosa, de alma sensível e forte. Uma pérola dentre o tesouro de talentos femininos neste Vale do Paraíba.



Maria Benedita dos Santos – Dª. Lili Figureira, assim conhecida, nasceu em 20 de setembro de 1918, na Fazenda do Quilombo, no município de Taubaté – SP. Estudou e trabalhou na roça, viu chegar e passar a Revolução e a Grande Guerra, enquanto mudava-se para várias fazendas do Vale do Paraíba. Ensinou seus filhos a moldar o barro e a contar histórias a partir das figuras que ela cria. Mestra na arte das histórias contadas oralmente de geração a geração.


...Por Eles
Silvio Ferreira Leite – Jornalista e Escritor
Wallace Puosso – Ator e Escritor
Paulo Barja – Educador e Escritor
Roberval Rodolfo - Palhaço, Ator, Arte-Educador
Braga Barros – Escritor e Educador

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Figureiros de São José convidam artista plástica a integrar
o projeto Santo de Casa – Tecnologias Populares


A partir de fevereiro, a artista plástica Luciana Melo expõe sua produção em argila no Ponto de Difusão – Figureiros de São José, somando às várias técnicas ali expostas, sua particularidade de unir o popular e o erudito. 
Com formação acadêmica em Belas Artes e uma vasta experiência em desenvolvimento de pesquisas e projetos na área cultural, Luciana teve seu primeiro contato com a argila ainda na infância, na cidade mineira de Belo Horizonte. A presença do barroco e do colonial em sua produção justifica-se por sua vivência nas paisagens mineiras de Ouro Preto, Tiradentes e São João Del Rei. Em São José dos Campos, desde 1984, atua como arte-educadora no Espaço Cultural Vicentina Aranha.



Luciana Melo – Natural de Belo Horizonte (MG), mora em São José dos Campos (SP) desde 1984. Ainda criança, entre seis e sete anos, acompanhava uma pessoa que trabalhava em sua casa na tarefa de buscar água em uma entre as várias minas que existiam no bairro em que morava. Nas bordas dessas minas encontrava-se argila, fonte de várias brincadeiras. A que mais gostava era de criar formas: vasos, panelas, casinhas, bichos, presépios entre outras. Mais tarde, frequentando o curso de Belas Artes da Fundação Escola Guignard, em Belo Horizonte, aperfeiçoou-se em modelagem e escultura em argila. Trabalhou na Universidade Federal de Viçosa (MG) na divisão de Assessoria de Assuntos Culturais, exercendo as atividades de Coordenadora e Professora de História da Arte, Desenho, Pintura, Modelagem e Escultura em Argila, Cerâmica e Gravura. Na mesma universidade desenvolveu várias pesquisas e projetos abordando o universo da Cultura Popular, como o artesanato tradicional e outras expressões do Folclore brasileiro. Em sua produção observa-se a influência do barroco e do colonial mineiro, resultado de sua vivência nas cidades de Ouro Preto, São João Del Rei e Tiradentes, de onde vem a inspiração para a produção de suas peças sacras. 

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Figureiros de São José inauguram Ponto de Difusão


A arte de fazer figuras de barro, tão presente no Vale do Paraíba, ganhou um espaço exclusivo e permanente de difusão em São José dos Campos, inaugurado oficialmente dia 22 de janeiro. O Ponto de Difusão Figureiros de São José ocupa uma sala no Espaço Cultural Vicentina Aranha e fica aberto a visitação de 2ª a 6ª-feira, a partir das 9h. Após as 16h e nos finais de semana somente com agendamento ((12) 3913-2900 ou (12) 9191-6854).
A iniciativa faz parte do projeto Santo de Casa – Tecnologias Populares, realizado pelo Instituto Ecocultura de Educação Patrimonial com o apoio da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo (ProAC13). Surgiu da necessidade de se estimular o escoamento da produção artesanal de cunho tradicional e, consequentemente, incentivar a continuidade e a reprodução do saber fazer.
O projeto conta, nessa primeira fase, com a produção de D. Lili e sua família; Luiz Paulo Ragazini; Maria José Oliveira Rodrigues; Tina Lemos e Aurora do Carmo e Silva, e prevê, ainda, atividades como oficinas, visitas monitoradas e encontros.

Evento de Inauguração


Exposição “Histórias que o povo conta” – Assombrações (D. Lili) / Devoção Popular (Luiz Paulo Ragazini) / Santos Homens (Aurora) / Criação de Bichos (Maria José) / Vida de Caboclo (Tina Lemos).




 
Contação de Causos com Rosa Grossi


Música - O som do encontro


Gilson Bambuira e Ellê Carvalho



 Celso Pan /  Laércio e seus companheiros/ Paulo Barja e Jacqueline Baumgratz




Mais fotos do encontro, clique em:

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Figureiros de São José criam Espaço de Difusão

'A arte de fazer figuras de barro, tão presente no Vale do Paraíba, ganha um espaço exclusivo e permanente de difusão em São José dos Campos. Localizado no Jardim Esplanada, na Rua Pascoal Moreira – 447, o Ponto de Difusão dos Figureiros de São José ocupa uma sala no Espaço Cultural Vicentina Aranha, aberta a visitação de 2ª a 6ª-feira, a partir das 9h, após as 16h e nos finais de semana somente com agendamento pelo tel. (12) 3913-2900. 

O Ponto de Difusão Figureiros de São José faz parte do projeto “Santo de Casa – Tecnologias Populares”, e foi premiado pelo Programa de Ação Cultural (ProAC 13), da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo. Conta também com o apoio do Instituto Ecocultura de Educação Patrimonial. 

Segundo Elaine da Costa Coelho, proponente do projeto e membro do Instituto Ecocultura, a iniciativa surgiu da necessidade de se estimular o escoamento da produção artesanal de cunho tradicional e, consequentemente, incentivar a continuidade e a reprodução do saber fazer. O projeto ainda está em fase de implantação e, nessa primeira fase, conta com a produção de D. Lili e família; Luiz Paulo Ragazini; Maria José Oliveira Rodrigues; Tina Lemos e Aurora do Carmo e Silva. Cada figureiro desenvolve uma técnica própria, utilizando ferramentas e materiais diversos, o que dá a sua produção uma característica peculiar.

Para 2011, o projeto prevê atividades como oficinas, visitas monitoradas e encontros. O Ponto de Difusão Figureiros de São José apresenta, até o dia 23 de dezembro, a exposição Presépios e seus encantos. As peças estarão à venda.' 

Assessoria de Imprensa
Instituto Ecocultura de Educação Patrimonial
http://www.ecocultura.org.br/